Curitiba viveu uma noite tomada pelas memorias afetivas entre os fãs de Rock pesado e Metal Alternativo com o show conjunto de nossas queridas da adolescência: Demon Hunter e P.O.D., realizado no Tork n’ Roll. E para mim, essa ocasião teve um sabor especial: foi a minha primeira cobertura oficial com a Amandinha, e a experiência não poderia ter sido mais divertida e inesquecível.
O público começou a chegar cedo, criando um clima de expectativa que contagiava o ambiente. Era possível sentir no ar a empolgação e a ansiedade de ver duas gerações do Rock Alternativo dividindo o mesmo palco. A energia dos presente, formada por fãs fiéis e também por curiosos, manteve-se alta durante toda a noite, com gritos, palmas e coros que ecoavam pelo Tork n’ Roll.
Demon Hunter
O Demon Hunter abriu o show com força total. A banda não economizou na energia e apresentou um repertório que misturava peso e melodias marcantes. Sorrow Light the Way, Collapsing e The Last One Alive, foram algumas das faixas que incendiaram a plateia, mostrando porque a banda conquistou tantos fãs ao longo dos anos.
Além da técnica impecável de cada integrante, o que mais chamou atenção foi a presença de palco e a conexão com o público. O vocalista fez questão de agradecer em português, arrancando sorrisos e gritos de empolgação do publico. Era visível como cada riff e cada bateria ressoavam não apenas nos instrumentos, mas no entusiasmo do público.
Para mim, observar os detalhes da performance, desde o sincronismo da banda até a reação da plateia, foi uma experiência enriquecedora. Cada momento parecia render uma foto ou uma nota que capturasse os detalhes daquele instante.
P.O.D
Quando P.O.D. subiu ao palco, o clima se transformou instantaneamente. A banda trouxe não apenas hits que marcaram gerações, mas também uma performance impecável, incentivando gritos, palmas e cantorias em uníssono. O público não apenas assistia ao show, ele fazia parte dele.
A banda alternou momentos explosivos de energia com passagens mais emotivas, criando um equilíbrio perfeito entre força e emoção. Cada música parecia transportar o publico para diferentes fases da carreira da banda, despertando nostalgia em quem acompanha P.O.D. há anos e despertando curiosidade nos novos fãs.
Foi impossível não se contagiar com o entusiasmo da plateia e com o carisma da banda. Para mim, registrar essa troca de energia foi um aprendizado único: ver de perto como uma banda que admirava desde minha tv na época de adolescente, através da MTV, dominando o palco ao vivo e criando conexão emocional com o público foi fascinante.
O show de Demon Hunter e P.O.D. em Curitiba foi uma experiência nostálgica e coletiva, onde técnica, energia e emoção se encontraram. Para mim, especialmente, foi inesquecível porque marcou a primeira cobertura oficial com a Amandinha, nos proporcionando um mergulho completo nos bastidores e na intensidade de um show de grande porte, com o que ela sonhava em ir.
Se você estava lá, certamente sentiu e entende do que estou falando, a precisão das bandas, e a energia que fez da noite algo memorável. É impossível não sair com uma sensação de emoção e inspiração, e as energias bem carregadas prontas para as próximas coberturas.





































































