Formada em 2008, a banda candanga HELL BOUND tem como proposta tocar um som profundamente influenciado pelas grandes bandas de Heavy/Speed Metal dos anos 80, como Judas Priest, Exciter, Accept, Grave Digger, Running Wild, Mercyful Fate, Metal Church e Manowar, mas ao mesmo tempo imprimindo uma pegada própria. Mesmo sem baterista nos primeiros meses, a banda esboçou as primeiras composições com Adan (guitarra) e Guilherme Peixoto (baixo), para em seguida recrutar o baterista Jairo, completando assim o núcleo principal do grupo, que em pouco tempo se entrosou completamente. Com este pontapé inicial iniciaram-se os primeiros ensaios e composições, focando na agressividade, simplicidade e energia das grandes bandas de Heavy Metal oitentista.


Na metade do ano de 2009 houve uma reformulação. Com a saída de Jairo e Adan, a busca por novos integrantes recomeçava. Ao final deste mesmo ano, eis que surgem dois velhos amigos, Léo Castro (bateria) e Jean (guitarra), dando continuidade à banda. No final de 2010 ocorre a saída do guitarrista Jean e o HELL BOUND resolve encerrar suas atividades, para retornar em 2014 com a mesma sede em tocar Heavy Metal.

Com Guilherme Peixoto retomando os graves e Léo Castro no comando das baquetas, Fabrício “Fabricera” Rocha assume as guitarras e faz seu primeiro show em junho do mesmo ano, adicionando assim a paixão do guitarrista em criar riffs marcantes. Em 2017 entra Emannuel Thorsen para o posto de vocalista e com essa formação a banda faz diversos shows pelos arredores de Brasília/DF, e em cidades goianas, para em dezembro de 2018 lançar seu debut, autointitulado, com oito faixas. Com as gravações, mixagem e masterização nas mãos do próprio baixista Guilherme Peixoto, “Hell Bound” pode ser encontrado em todas as plataformas digitais e diretamente com a banda.




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Fonte: Wargod Press


Comunicador e entusiasta da cultura alternativa, natural de Santa Catarina, atua como criador e gestor do projeto O SubSolo, fundado em 2015 com o propósito de fortalecer e dar visibilidade à cena independente de Rock e Metal. Ao longo dos anos, transformou a iniciativa em uma plataforma relevante de divulgação cultural, conectando artistas, público e movimentos autorais. Baterista e colecionador de Pokémon, carrega na prática e no cotidiano a paixão pela música e pela cultura geek, elementos que também influenciam sua forma de comunicação e curadoria. Paralelamente, desenvolve projetos voltados à valorização da arte autoral, produção cultural e jornalismo musical, sempre priorizando qualidade, consistência e autenticidade.