Eis que nessa quarta-feira (30) além de todas os conflitos que cercam o país, o Matanza anunciou o encerramento de suas atividades.






No facebook oficial da banda, fizeram o seguinte pronunciamento:

“”ERGAM SEUS COPOS POR QUEM VAI PARTIR”
# O DERRADEIRO MATANZA FEST#


E o MATANZA FEST chega em 2018 à sua sexta e última edição.



– Última?



Sim, a última.



A banda encerrará suas atividades no final de outubro.



– Por quê?



Porque foram 22 anos de trabalho ininterruptos, em que o Matanza foi uma prioridade absoluta em nossas vidas.



Só temos a agradecer ao Destino pela oportunidade de fazer música e levá-la aos quatro cantos do nosso país.



Temos muito orgulho dos amigos que fizemos e das parcerias que consolidamos, que tanto nos deram alegrias como nos fortaleceram.



Mas estamos finalizando os trabalhos com o Matanza justamente para que possamos ver e fazer as coisas de um jeito diferente.



Existem questões pessoais que precisam ser atendidas, possibilidades profissionais que precisam ser contempladas e necessidades artísticas que nos levam à caminhos distintos.



Por isso não há mágoa nem tristeza nessa resolução mas, sim, um grande entusiasmo pelo que está por vir.



É importante dizer que todos os shows que estão marcados serão cumpridos normalmente.



Inclusive esperamos todos nessa mini tour de despedida, que começa agora em julho, na sexta e última edição do Matanza Fest.



Serão 4 datas: PORTO ALEGRE 07/7, SÃO PAULO 21/7, JUIZ DE FORA (MG) 27/7 e RIO DE JANEIRO 28/7



Vamos anunciar a escalação do Festival em breve, mas podemos adiantar que teremos conosco, OLHO SECO, GOLPE de ESTADO e PANIC.



Atenciosamente,




MATANZA & MTZ Produções”


Lamentamos o fim de mais uma banda, acreditamos que a mesma marcou positivamente a vida de muitos. Vida longa a história do Matanza!


Comunicador e entusiasta da cultura alternativa, natural de Santa Catarina, atua como criador e gestor do projeto O SubSolo, fundado em 2015 com o propósito de fortalecer e dar visibilidade à cena independente de Rock e Metal. Ao longo dos anos, transformou a iniciativa em uma plataforma relevante de divulgação cultural, conectando artistas, público e movimentos autorais. Baterista e colecionador de Pokémon, carrega na prática e no cotidiano a paixão pela música e pela cultura geek, elementos que também influenciam sua forma de comunicação e curadoria. Paralelamente, desenvolve projetos voltados à valorização da arte autoral, produção cultural e jornalismo musical, sempre priorizando qualidade, consistência e autenticidade.