Nunca fui de perder tempo criticando, também não me sinto bom o suficiente ou exemplo para ter uma coluna n’O SubSolo falando de alguns temas, mas as vezes é necessário expor alguns assuntos e que bom ter espaço para isso.

Como não é novidade para ninguém, estamos sempre em contato com artistas para realizar entrevistas, lives, matérias e tudo relacionado a isso e mais um pouco. Porém, tem artista que carrega sobrenomes de ex, como por exemplo, Blaze Bayley e Paul Di’Anno que carregam o sobrenome ‘ex-Iron Maiden’ para poder vender o peixe, assim como Tim Owens carrega o sobrenome ‘ex-Judas Priest’ a diferença destes três é que o último realmente tem algum talento, enquanto o primeiro, nos atendeu muito mal em um evento em Blumenau/SC.

Já os artistas ‘consagrados’ aqui no Brasil, por seu próprio egocentrismo, já nem citam muitas vezes suas ex-bandas, mas, em todo show que fazem, parece um tributo de viúva e falam o tempo todo por onde passaram. Tudo o que lançam, é igual as bandas que passaram e o pior, o motivo de estar escrevendo esse texto é que: Tratam a imprensa independente como lixo.

É admirável quando você constrói uma carreira formidável, mas será mesmo que seria possível sem a mínima atenção da imprensa? Seja ela de alto escalão ou nossas mídias independentes? O que fazem achar que ainda estão no topo, sendo que quem está no topo dá mais atenção aos fãs e mídias do que os falsos famosos? São tantas perguntas, e a resposta está no titulo desta matéria.

Quando você se retira de uma banda, consagrada seja nacionalmente ou mundialmente, você começa a criar uma carreira do zero. Novo planejamento, novas equipes, novas atenções. Você aproveita ou acha que ainda está em condições de fazer o que quer por fazer? Tudo na vida são ciclos, quando você inicia um novo, é um novo nome a se trabalhar e quem vai botar seu nome aos quatro ventos são as mídias e não suas redes sociais repletas de rockeiro modinha que compra o merch superfaturado.

Admiração por grandes artistas e quando digo grandes artistas, são todos que sabem do necessário para fazer sua música ecoar por todos os cantos do mundo. Valorize a mídia, quando sua estrela começa a apagar, é ela que começa a acender novamente!

Comunicador e entusiasta da cultura alternativa, natural de Santa Catarina, atua como criador e gestor do projeto O SubSolo, fundado em 2015 com o propósito de fortalecer e dar visibilidade à cena independente de Rock e Metal. Ao longo dos anos, transformou a iniciativa em uma plataforma relevante de divulgação cultural, conectando artistas, público e movimentos autorais. Baterista e colecionador de Pokémon, carrega na prática e no cotidiano a paixão pela música e pela cultura geek, elementos que também influenciam sua forma de comunicação e curadoria. Paralelamente, desenvolve projetos voltados à valorização da arte autoral, produção cultural e jornalismo musical, sempre priorizando qualidade, consistência e autenticidade.