Nascido na cidade de Guarulhos, porém criado desde pequeno na Vila Ede, Zona Norte de São Paulo (onde é considerado como o grande reduto cultural de São Paulo), foi lá que o brilhante músico Lucas Ortega deu seus primeiros passos na música.



Hoje com um sonho de viver da música, o músico iniciou sua trajetória em festas de família, nos quais rolava muitas rodas de Sampa, Soul, Mpb e muita música Pop dos anos 90’s, assim como outro diversos estilos. Com 12 anos de idade, iniciou sua carreira musical, cantando por diversos grupos e projetos, nas principais casas de São Paulo e região. 

Durante essa iniciativa, o mesmo estudava Violão Popular e canto pela EMESP e Etec de Artes, nessas escolas teve aulas com nomes consagrados como Andréa dos Magalhães, Conrado Paulino, Bruno Mangueira, Sizão Machado e Julio Bellodi.



2017 ficou marcado pelo ano de renovação, no qual Lucas resolveu seguir os seus pensamentos, sempre com a visão de que a música se renova a todo instante, assim começou a carreira autoral, voltando todo seu foco para aquilo que o influenciou, trazendo sua arte com a sua própria maneira de se expressar, tudo naquilo que sempre acreditou, tanto nas temáticas e causas da letra, assim como toda a construção melódica e musical de todo o trabalho.

Para iniciar 2018 com o pé direito o single “Canção do Tempo” chega com um videoclipe, sendo este totalmente produzido independentemente pelo cantor, aquele famoso DYI. As imagens foram gravadas por Victor Augusto Amorim e com edição de Lucas Ortega e Vinn Lyra.

O videoclipe é um passeio pela cidade, com bons visuais e um violão super afiado, sem falar na bela métrica vocal do bom MPB e Pop depositado pelo artista, você pode assitir o videoclipe a seguir:

Comunicador e entusiasta da cultura alternativa, natural de Santa Catarina, atua como criador e gestor do projeto O SubSolo, fundado em 2015 com o propósito de fortalecer e dar visibilidade à cena independente de Rock e Metal. Ao longo dos anos, transformou a iniciativa em uma plataforma relevante de divulgação cultural, conectando artistas, público e movimentos autorais. Baterista e colecionador de Pokémon, carrega na prática e no cotidiano a paixão pela música e pela cultura geek, elementos que também influenciam sua forma de comunicação e curadoria. Paralelamente, desenvolve projetos voltados à valorização da arte autoral, produção cultural e jornalismo musical, sempre priorizando qualidade, consistência e autenticidade.