Power trio instrumental carioca apresenta seu primeiro álbum, que sairá em CD e LP em uma parceria entre a Abraxas Records e o selo alemão Electric Magic



Após divulgar o single ‘LSD / Acid Jam’ no início deste ano, a Psilocibina lança agora o seu primeiro trabalho completo, o álbum homônimo composto por 7 faixas instrumentais calcadas na sonoridade mais pesada dos anos 70, mas que também transitam entre ritmos latinos e ancestrais e estruturas sonoras urbanas mais contemporâneas. O trabalho já está disponível nas principais plataformas de streaming pela Abraxas Records. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/Psilocibina.

Foram mais de 3 anos de muitos ensaios, shows e jams para que o power trio carioca, formado pelo guitarrista Alex Sheeny, o baixista Rodrigo Toscano e o baterista Lucas Loureiro, finalmente lapidasse e sentisse a confiança necessária para registrar, e assim dar vida, às suas composições. Apesar de estreante – se é que pode ser assim chamada – a Psilocibina já dividiu o palco com nomes de peso do cenário international, como as norte-americanas Radio Moscow e The Shrine, e a alemã Samsara Blues Experiment. O resultado, mais que nítido neste álbum, é uma banda madura, que sabe exatamente o que está fazendo.

Nos frenéticos 36 minutos que percorrem o álbum, mudanças de tempo são abundantes e fluidas, e as guitarras tomam o lugar dos vocais, não necessariamente “cantando” as linhas dos versos, mas liderando a carga progressiva que soa vibrante e enérgica em seu âmago. Um engenhoso equilíbrio entre as melodias e omissões lúdicas cria sequências bem estruturadas de clímax/anti-clímax que tornam este primeiro trabalho da banda ainda mais rico.

‘Psilocibina’ foi gravado por Matheus Ullman no Estúdio Mata (Niterói/RJ) em maio de 2017, mixado por Alex Sheeny e masterizado no estúdio Tonmeisterei em Oldenburg, Alemanha. Todos os integrantes assinam as composições.

Fonte: Tedesco Comunicação / Abraxas Records
Comunicador e entusiasta da cultura alternativa, natural de Santa Catarina, atua como criador e gestor do projeto O SubSolo, fundado em 2015 com o propósito de fortalecer e dar visibilidade à cena independente de Rock e Metal. Ao longo dos anos, transformou a iniciativa em uma plataforma relevante de divulgação cultural, conectando artistas, público e movimentos autorais. Baterista e colecionador de Pokémon, carrega na prática e no cotidiano a paixão pela música e pela cultura geek, elementos que também influenciam sua forma de comunicação e curadoria. Paralelamente, desenvolve projetos voltados à valorização da arte autoral, produção cultural e jornalismo musical, sempre priorizando qualidade, consistência e autenticidade.