Início Destaque Cereja Bloom mistura Indie e Rock em estreia com o single “Desaforo”

Cereja Bloom mistura Indie e Rock em estreia com o single “Desaforo”

Formada em Imbituba e Laguna, no litoral catarinense onde desde sempre é berço de grandes artistas autorais e de uma identidade ímpar, a Cereja Bloom chega para fortalecer o cenário autoral da região.

Com um som que passeia entre o Indie e o Rock, o primeiro lançamento que chama atenção pela maturidade e pelo cuidado estético. O grupo, formado por cinco artistas vindos de diferentes projetos da cena independente, estreia com o single e videoclipe Desaforo, já disponíveis em todas as plataformas. A produção visual, que acompanha o clima introspectivo e psicodélico da canção, mostra que a banda pretende ocupar espaço com autenticidade e consistência.

O projeto nasceu do encontro entre músicos que já trilharam caminhos em bandas como Não É Mais Inverno, Rivokill, Simetria, Casebre e no trabalho solo da vocalista Chovvve. Desde então, os integrantes vêm se reunindo quase todos os domingos, há cerca de dois anos, em um processo de criação coletiva que une experimentação, identidade e afeto. Essa rotina moldou uma sonoridade marcada por timbres analógicos, órgão vintage e uma estética que remete aos anos 70, mas com uma pegada contemporânea que dialoga com o Indie atual.

Em Desaforo, a Cereja Bloom traduz seus primeiros passos como banda em uma mistura de sensibilidade e força. A faixa fala sobre ciclos e transformações, explorando emoções com lirismo e intensidade. O lançamento inaugura uma nova fase para o grupo, que prepara o primeiro EP e já deixa clara sua proposta: fazer música com verdade, sutileza e paixão como quem floresce, mesmo depois do inverno.

Comunicador e entusiasta da cultura alternativa, natural de Santa Catarina, atua como criador e gestor do projeto O SubSolo, fundado em 2015 com o propósito de fortalecer e dar visibilidade à cena independente de Rock e Metal. Ao longo dos anos, transformou a iniciativa em uma plataforma relevante de divulgação cultural, conectando artistas, público e movimentos autorais. Baterista e colecionador de Pokémon, carrega na prática e no cotidiano a paixão pela música e pela cultura geek, elementos que também influenciam sua forma de comunicação e curadoria. Paralelamente, desenvolve projetos voltados à valorização da arte autoral, produção cultural e jornalismo musical, sempre priorizando qualidade, consistência e autenticidade.