A natureza deslumbrante do Estado do Rio de Janeiro é cenário para o clipe “Sand Upon the Wind”, da banda Cafe Republica. Entre as locações estão a Vista Chinesa, Paineiras, Prainha, Grumari, Alto da Boa Vista, Joatinga, dunas de Cabo Frio, o balneário de São Pedro da Aldeia e uma fazenda em Casimiro de Abreu. A canção é a mais pedida pelos fãs nos shows do grupo e marca o último vídeo gerado a partir do EP “Ludere Occultant”, lançado em 2016.




O videoclipe nasceu da vontade de retratar a diversidade existente em todo o Estado, tentando gerar imagens que despertassem no público as sensações que eles têm ao visitar os locais. “Fomos e tocamos cercados pela natureza em todas as formas quanto possível. Do clarão ao breu, da areia ao verde alucinante. Nos percebemos mínimos diante da plenitude de toda a natureza”, conta o tecladista Anderson Ferreira.

Muito mais do que mostrar a magnitude da natureza fluminense, eles também buscaram ressignificar a infinitude a partir da música. A cautelosa edição insinua uma proximidade entre natureza e músicos, como se os ambientes e as notas se tornassem um só. Algumas imagens também foram feitas no Estúdio Camelo Azul e durante um show, também realizado na cidade do Rio de Janeiro.

A Cafe Republica foi formada em 2011 por Octavio Peral (voz e guitarra), Anderson Ferreira (teclado e sintetizador), Ygor Big (guitarra), Carlos Juca Sodré (contrabaixo) e Barbanjo Reis (bateria). A banda traz no currículo três EPs lançados, com destaque para o elogiado “Ludere Occultant”, de 2016. O futuro da Cafe Republica é focado no lançamento de um disco cheio em 2017, que deve se afastar da sonoridade do trabalho anterior. 


Assista “Sand Upon the Wind’:

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Comunicador e entusiasta da cultura alternativa, natural de Santa Catarina, atua como criador e gestor do projeto O SubSolo, fundado em 2015 com o propósito de fortalecer e dar visibilidade à cena independente de Rock e Metal. Ao longo dos anos, transformou a iniciativa em uma plataforma relevante de divulgação cultural, conectando artistas, público e movimentos autorais. Baterista e colecionador de Pokémon, carrega na prática e no cotidiano a paixão pela música e pela cultura geek, elementos que também influenciam sua forma de comunicação e curadoria. Paralelamente, desenvolve projetos voltados à valorização da arte autoral, produção cultural e jornalismo musical, sempre priorizando qualidade, consistência e autenticidade.