Resenha: IV Homines in Bestiales Formas – Corporate Death (2022)

Esta é uma resenha muito especial, pois firma os primeiros recebidos desta minha modesta carreira de pouco mais de um ano dedicada ao nosso...

Resenha: Metal Lords (Netflix – 2022)

Domingo, friozinho em SP, semana com feriado prolongado... O que nos resta é correr para o streaming de filmes e passar um...

Resenha: Rock Believer – Scorpions (2022)

Demorei muito para escrever e principalmente para concluir a resenha. É a minha top1 de todos os tempos e que tive o prazer de...

Resenha: Luzente – O Teatro Mágico (2022)

Ah O Teatro Mágico. Há quanto tempo eu esperei por esse momento. Talvez desde 2018 se minha memória não me trai... Sim amigo leitor, eu...

Resenha: Impera – Ghost (2022)

Lembro-me da primeira vez que me deparei com essas figuras e foi uma das descobertas mais inusitadas e singulares até hoje. Eu tinha por...

Resenha:Me7amorphosis – Hibria (2022)

O ano é 2001 e depois de um período muito conturbado, o Angra tem o seu renascimento lançando um dos melhores trabalhos...

Resenha Manicult – Aborted (2021)

Existem bandas que o lado fã não deixa a gente ficar em cima do muro, e no meu caso, isso se aplica...

Resenha: Secos & Molhados – Secos & Molhados (1973)

Ah os mais puritanos vão odiar esse texto. Isso se chegarem a sequer abri-lo. Já disse isso em outros textos, mas repetirei uma vez...

Resenha: Roorback – Sepultura (2003)

A história do Sepultura está amplamente divulgada em dois ótimos livros, (um deles está ganhando uma nova edição pela editora Estética Torta), um excelente...

Resenha: The X Factor – Iron Maiden (1995)

Um clássico esquecido. É assim que defino o primeiro dos dois trabalhos da donzela de ferro a contar com o vocalista Blaze Bayley, que...

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